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A história deste edifício remontará ao século XIV. Na verdade, tudo indica que inicialmente seriam dois edifícios que evoluíram para a configuração actual. Durante o período almadino ganhou esta fachada neoclássica. No século XX a dupla Carlos Loureiro e Pádua Ramos desenharam-lhe uma escada modernista de uma elegância a toda a prova. Quando chegou a nossa vez, apenas nos restava respeitar todas estas camadas que tinham atingido ali um ponto de equilíbrio notável. Era um banco. Antes disso foi muitas coisas: escritórios de despachantes, de firmas de seguros, armazém. Casa nos primeiros tempos. Agora é um hotel. Amanhã não sabemos. Sabemos, no entanto, que quem vier a seguir continuará a conseguir reconhecer no edifício esta linha do tempo. E se tudo correr bem, pouco se aperceberá de que nós ali estivemos. O edifício existente, em razoável estado de conservação, apresenta duas frentes. A principal orientada para a Rua do Infante Dom Henrique e a tardoz, para o edifício contíguo, a Alfândega Velha ou Casa do Infante (ano 1325), onde actualmente funciona o Arquivo Histórico Municipal do Porto, estando o nosso edifício encaixado num ângulo do torreão da primitiva alfândega, aproveitando a parede de pedra do mesmo. Ver más Ver descripción completa
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